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Trilhas

Cada trilha é uma sequência: começa no que você precisa saber antes e termina em algo que roda em produção. Você não precisa fazer todas — comece pela que resolve o seu problema de hoje.

Linux, redes, Git e shell — a base que sustenta todo o resto. Quase todo problema difícil de Kubernetes é um problema de Linux ou de rede mal compreendido.

  • Linux para quem opera — Processos, systemd, permissões, sistema de arquivos e as ferramentas de diagnóstico que você vai usar todo dia.
  • Redes na prática — TCP/IP, DNS, TLS e HTTP do ponto de vista de quem depura conexão que não fecha.
  • Git além do commit — Modelo de objetos, rebase, bisect e resolução de conflito sem medo.
  • Shell script que não quebra — Bash defensivo: set -euo pipefail, quoting, trap e o que fazer quando o script vira ferramenta.

Bash avançado, Python para infraestrutura, Go para ferramentas e orquestração de tarefas locais.

Estratégias de branch, commits com significado, revisão de código e monorepo.

Do commit ao deploy: pipelines, estratégias de entrega e GitOps.

Docker, imagens OCI, registries e segurança de imagem.

Do primeiro Pod ao cluster de produção: workloads, rede, storage, segurança e diagnóstico.

Terraform e OpenTofu, Ansible, Pulumi, Crossplane e testes de infraestrutura.

AWS, Azure, GCP e OCI pelos domínios que importam: identidade, rede, computação e dados.

Métricas, logs e traces com Prometheus, Grafana, Loki, Tempo e OpenTelemetry.

Confiabilidade como disciplina de engenharia: SLO, incidente, postmortem e capacidade.

Segurança dentro do pipeline: análise, cadeia de suprimentos, segredos e política como código.

Plataforma interna como produto: golden paths, self-service e experiência do desenvolvedor.

Migrations no pipeline, backup testado, alta disponibilidade e recuperação de desastre.

DNS, TLS, CDN, balanceamento e zero trust do ponto de vista de operação.

  • DNS em operação — TTL, propagação, health check e migração sem downtime.
  • TLS e certificados — Emissão automática, renovação, mTLS e os erros que derrubam produção.
  • Balanceamento de carga — Camada 4 e camada 7, algoritmos, health checks e drenagem de conexão.
  • CDN e cache — Chaves de cache, invalidação e o que não deve ser cacheado.
  • Zero trust na prática — Identidade em vez de perímetro, acesso a recurso interno sem VPN.

DORA, SPACE, Team Topologies e como medir sem virar vigilância.

Visibilidade, otimização e responsabilidade sobre o custo de nuvem.

AIOps, LLM no pipeline, agentes de operação e os riscos que vêm junto.

Roadmap por senioridade, certificações, entrevistas e o mercado brasileiro.