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Make, Task e a interface do repositório

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O repositório deve oferecer comandos previsíveis para pessoa e CI. Uma interface curta reduz divergência entre “funciona localmente” e pipeline: make test deve executar o mesmo contrato que o job de teste, não uma aproximação.

.PHONY: check test build
check:
npm run check
test:
npm test
build:
npm run build

Declare sempre .PHONY para alvos que não são arquivos. Não esconda comandos destrutivos atrás de nomes vagos: destroy deve exigir ambiente explícito, confirmação adequada e nunca usar produção como padrão. make é disponível em muitos ambientes; Taskfile pode ser mais legível em YAML, mas escolha uma única entrada e documente como instalá-la.

CI deve chamar os alvos, não reimplementar suas etapas em YAML. Se a plataforma exige paralelismo ou cache, mantenha a decisão no CI, mas deixe a validação comum no repositório. Um help que lista alvos, pré-requisitos e variáveis diminui a carga de entrada do time.

Próximo passo: implemente a ferramenta por trás do alvo com Python ou Go.